Pimenta News Press 970x250
ASA Tecnologia 970x250
Real Cestas
Apoio

Com apoio do Parabank, Lohanny, de 15 anos, volta a caminhar após vencer o osteossarcoma

Moradora de São Caetano do Sul, jovem amputada recebe prótese, fisioterapia e suporte do ParaInstituto e da H3 Clinic, sonhando agora em seguir carreira na área da saúde, fisioterapia 

05/12/2025 17h41
Por: Redação
Fonte: Elias Lubaque - Assessoria de Imprensa
Lohanny Souza e Joselma Fonseca Muniz, mãe de Lohanny. Divulgação
Lohanny Souza e Joselma Fonseca Muniz, mãe de Lohanny. Divulgação

Lohanny Souza, de 15 anos, residente em São Caetano do Sul, no ABC Paulista, enfrentou o diagnóstico de osteossarcoma, um câncer ósseo raro e agressivo, após uma queda da cama em 20 de julho de 2024 que resultou na fratura do fêmur. Tudo começou na escola, quando sofreu uma pancada na perna e passou a sentir dores intensas, mas inicialmente atribuiu o problema a "dor de crescimento" e à batida, resistindo aos apelos dos pais para buscar atendimento médico. “E tudo começou quando eu estava na escola e bateram na minha perna. Eu comecei a sentir muita dor, só que eu não fui no hospital, porque eu achei que era dor de crescimento e também por conta da batida”, relata Lohanny em entrevista no dia da Pessoa com Deficiência Física no ParaInstituto do Parabank.

Levada à UPA de São Caetano após a queda, um raio-X revelou o tumor ósseo, levando à transferência para o Hospital Mário Covas, onde exames e biópsia confirmaram o osteossarcoma. O tratamento com quimioterapia iniciou em agosto de 2024, deixando-a imobilizada por quatro meses, com fortes reações adversas. “Meus pais sempre falavam, vamos no hospital, mas eu não queria ir. Aí, 20 de julho de 2024, eu caí da cama, quebrei o fêmur, fui para à UPA de São Caetano”, recorda a jovem.

Lohanny Souza, Ricky Benzing, Protesista e Ortesista, CEO da H3 Clinic e Joselma Fonseca Muniz, mãe de Lohanny.

 

Em 27 de novembro de 2024, Lohanny tomou a dolorosa decisão de amputar a perna para salvar a vida, única forma de combater o avanço da doença. Agora, após um ano de tratamento – entre quimioterapia e reabilitação para a prótese -, ela sonha com uma prótese para recuperar a mobilidade e voltar a brincar. “Fiz a biópsia, depois de um tempinho, o médico deu o diagnóstico que era um câncer chamado osteossarcoma. Em agosto eu comecei a fazer as quimios e fiquei quatro meses parada com a perna”, descreve Lohanny, simbolizando sua coragem em meio à luta.


Agora em reabilitação no ParaInstituto, Lohanny recebe prótese temporária, fisioterapia e suporte contínuo, com planos para a receber a prótese definitiva em janeiro de 2026, após viagem ao Maranhão para cultos de ação de graças pela família e comunidade que oraram durante as quatro internações em UTI. Joselma Fonseca Muniz, mãe de Lohanny celebra o apoio: “O Parabank foi a maior felicidade para nós, porque era o meu sonho dela ter a ‘perninha’ dela. E a gente não tinha o dinheiro. O ParaInstituto nos recebeu muito bem. Ela tem fisioterapia, tem tudo aqui”, contou a mãe. Apesar dos desafios emocionais, como o bullying que levou Lohanny a abandonar a escola até o fim deste ano, a mãe deposita esperanças na resiliência da filha: “Eu espero que ela siga a vida dela pra frente, que ela ergue a cabeça. Tem umas brincadeiras assim de mau gosto, mas eu falo pra ela não ligar pra essas coisas”.

Lohanny, está em reabilitação com profissionais da clínica H3 Clinic em parceria com o banco digital Parabank e o ParaInstituto, ela compartilha suas expectativas para o futuro após superar medos iniciais sobre o que viria pela frente. Ao chegar no centro de reabilitação do ParaInstituto, inspirou-se em outras pessoas com experiências semelhantes, o que mudou sua perspectiva. “Eu penso muito no futuro, eu tinha muito medo do futuro por causa do que eu estou passando. Mas, quando eu vim para o ParaInstituto, eu vi muitas outras pessoas e eu me inspirei muito nelas”, relata.

Ela destaca o fisioterapeuta Murilo Bernegossi, um profissional amputado, como grande influência para um novo sonho profissional. Lohanny planeja seguir carreira na fisioterapia e retornar à escola para conhecer novas pessoas. “Agora eu tenho um sonho, tentar uma carreira de fisioterapia, por conta do Murilo, que é um fisioterapeuta amputado. Eu também quero voltar pra escola, conhecer novas pessoas. E isso, eu espero que dê tudo certo”, afirma, com otimismo.

 Centro de reabilitação do ParaInstituto do Parabank 

 

A reabilitação com prótese trouxe um propósito essencial para Lohanny, ajudando-a a superar o trauma de sair da escola, perder contato com amigos e enfrentar depressão em meio ao tratamento. “A própria reabilitação com próteses dá um propósito para esses jovens”, afirma Ricky Benzing, Protesista e Ortesista, CEO da H3 Clinic. Essa etapa interdisciplinar, com envolvimento familiar, não só restaurou sua independência, mas também fortaleceu seu estado mental, crucial para em casos como o dela. “Hoje, Lohanny caminha novamente, com o cabelo crescido, simbolizando resiliência e uma nova perspectiva de vida", finaliza Ricky Benzing.

Nenhumcomentário
500 caracteres restantes.
Seu nome
Cidade e estado
E-mail
Comentar
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou com palavras ofensivas.
Mostrar mais comentários